Sou eu e o que sobrou
De quem passou
Eu e só, Eu só e Eu...
Eu e só, Eu só e Eu...
A decadência de um glorioso apogeu
Emudeço defronte do acontecer
Tentando ser eu mesmo na espera de
Só permitirem que parte de mim
Se manifeste e conteste, não como festim
Faço o que posso por sonhos eu anelo
Dou mais um suspiro, vivências que afetam
Decomponho elementos
Em corpo já não me agüento
Arrebato sentimentos
Me surpreendo e não me entendo
Logo assim o que será?
A alma vai à busca
Indago um “Quiçá”
Desconheço minha conduta
Preciso o novo conhecer, ser fiél na companhia
Só momentos tão meus findam tanta agonia
Inundo e afogo meu ser
Eu e só, Eu só e eu... É o que vamos ter
Perco o bom senso dentro desse ser imenso
Tornou-se algo intenso e vivo a me perder
E quem vai saber?
O que a vida tem pra oferecer!!! ???
(Meyson Vieira)
MADRUGADA DE 19 DE AGOSTO DE 2011...
ResponderExcluir(TEXTO DE TEMPOS TERMINADO!)